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INFORMAÇÕES CIENTIFICAS

Saiba o que é :

Leucemia mieloide crônica (LMC): É um tipo de câncer que afeta as células mieloides dos glóbulos brancos presentes na medula óssea.  Essa doença acomete principalmente os adultos. Para diagnosticá-la, o sangue e as células da medula devem ser examinados. Os sintomas estão associados a mal-estar, cansaço fácil e falta de fôlego durante atividade física.

Mielofibrose: É uma forma de alteração na medula óssea que acaba afetando a produção das células sanguíneas. A doença é crônica e progressiva. Ela acomete homens e mulheres, com prevalência entre 50 e 70 anos de idade. O diagnóstico é confirmado por análises de sangue e biopsias ósseas. Os sintomas estão relacionados à anemia, cansaço, perda de peso, fraqueza, aumento do volume do baço e também do fígado.

 

Síndromes mielodisplásicas: Engloba um grupo de doenças da medula óssea, que tem como característica uma produção insuficiente de células sanguíneas sadias. A presença desta síndrome cresce com o aumento da idade, predominando nos homens e raramente em crianças. O diagnóstico inclui o histórico clínico, estudo da medula óssea, exame físico e de sangue. Os sintomas são fadiga crônica, dores no peito em decorrência da anemia, maior suscetibilidade a infecções e sangramentos.

Quelação (retirada) de ferro em hemoglobinopatias: Hemoglobinopatias são doenças genéticas decorrentes de anomalias na hemoglobina, responsável pelo transporte do oxigênio do sangue para os tecidos. Os pacientes que possuem essas doenças realizam transfusões de sangue constantemente e podem acumular grande quantidade de ferro no organismo. Apesar de não manifestar sintomas aparentes, o acúmulo de ferro em órgãos vitais pode desencadear várias doenças, entre elas, do coração, cirrose hepática, diabetes, acidente vascular cerebral (AVC). O tratamento é feito através da retirada do ferro em excesso do organismo. Atualmente, a terapia de quelação pode ser feita por meio de um medicamento oral, ou seja, um comprimido dissolvido em água, suco de laranja ou maçã, uma vez ao dia. Hoje, a quelação pela terapia oral representa uma revolução no tratamento da sobrecarga de ferro e facilita a adesão dos pacientes, já que a maioria dos portadores dessas doenças sanguíneas são crianças que só chegam à idade adulta quando devidamente tratadas.

Alzheimer

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.
A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.
Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906. Ele estudou e publicou o caso da sua paciente Auguste Deter, uma mulher saudável que, aos 51 anos, desenvolveu um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar), tornando-se incapaz de cuidar de si. Após o falecimento de Auguste, aos 55 anos, o Dr. Alzheimer examinou seu cérebro e descreveu as alterações que hoje são conhecidas como características da doença.
Não se sabe por que a Doença de Alzheimer ocorre, mas são conhecidas algumas lesões cerebrais características dessa doença. As duas principais alterações que se apresentam são as placas senis decorrentes do depósito de proteína beta-amiloide, anormalmente produzida, e os emaranhados neurofibrilares, frutos da hiperfosforilação da proteína tau. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com redução progressiva do volume cerebral.
Estudos recentes demonstram que essas alterações cerebrais já estariam instaladas antes do aparecimento de sintomas demenciais. Por isso, quando aparecem as manifestações clínicas que permitem o estabelecimento do diagnóstico, diz-se que teve início a fase demencial da doença.
As perdas neuronais não acontecem de maneira homogênea. As áreas comumente mais atingidas são as de células nervosas (neurônios) responsáveis pela memória e pelas funções executivas que envolvem planejamento e execução de funções complexas. Outras áreas tendem a ser atingidas, posteriormente, ampliando as perdas.
Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico.